Automóveis

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SM

Como tantas outras fábricas de veículos fora-de-série, a Companhia Industrial Santa Matilde não surgiu para produzir automóveis. As especialidades da empresa, com fábricas em Conselheiro Lafaiete, MG e Três Rios, RJ eram componentes ferroviários, estruturas e produtos agrícolas — até que, em 1975,

“Carro a Hidrogênio 2”

O carro encosta no posto mas, em vez de ser abastecido na bomba, simplesmente tem o tanque vazio substituído por um cheio, como se se estivesse trocando um botijão de gás. O tanque não contém combustíveis tradicionais como gasolina, álcool ou diesel, mas hidrogênio. Realiza-se, assim, o sonho que at

“Cena e Br800”

Além dos utilitários, como o Xavante, Gurgel sonhava com um minicarro econômico, barato e 100% brasileiro para os centros urbanos. Amaral Gurgel sempre foi cético com relação ao Proálcool, achava que terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar álcool enquanto o Brasi

“Brasília 2”

Os irmãos Mário e Giusto Fissore, Franco Maina (designer) e Vittorio Bonansea (fabricação) foram os responsáveis pelo projeto e produçao do DKW-Fissore pela Vemag qualificou pessoal local e favoreceu, por exemplo, a construção do protótipo da “Brasília”, cuja execução contou com a liderança de um do

Puma

Na década de 60, as competições de carros faziam sucesso, apesar dos autódromos serem ainda muito rústicos e os eventos pouco divulgados no imenso território nacional. A maioria das provas eram realizadas nos estados do Rio de Janeiro — Guanabara, na época — e São Paulo. No autódromo de Interlagos

SP2

No Brasil, no início da década de 70, os carros esportivos mais comuns eram o Karmann Guia (em duas versões, a tradicional lançado em 1962, e a TC, uma tentativa de dar novas linhas ao clássico), produzido pela VW, e o Puma, produzido por uma empresa independente, embora utilizasse componentes mecân