
Foi de um cearense a ideia de criar a placa eletrônica de substituição. Em 1996, Eduardo Lamboglia patenteou o produto. E, este ano, sua invenção vai para a quarta Copa do Mundo Quando o quarto árbitro fez a primeira substituição no jogo entre Brasil e Escócia, na abertura da Copa do Mundo de 1998, embora o cearense Eduardo Lamboglia não estivesse lá, no Stade de France, em Paris, uma parte de seu trabalho estava na cena. A entrada do meia brasileiro Leonardo no lugar de Giovanni foi marcada pela estreia em Mundiais da placa eletrônica de substituição. Uma inovação à época. E o mais importante: criação de Eduardo. “Aí, tornei-me conhecido no mundo todo”. O empresário teve a ideia de criar as placas enquanto assistia a um jogo e notou a dificuldade de se usar as plaquetas antigas, geralmente de madeira. A princípio, ele pensava em criar uma placa luminosa de publicidade, mas a de substituição se mostrou mais viável e importante.
A Trajetória Comercial da Placa Lamb: de Ceará ao Mundo
Até agora, Eduardo contabiliza cerca de mil placas vendidas em 14 anos. Mas, logo na primeira porta que bateu para apresentar seu produto, recebeu um “não”. “Fui à Federação (Cearense de Futebol) mostrar o projeto. Ninguém tinha condição de comprar”. Antes ainda da Copa de 1998, foi no Campeonato Cearense do ano anterior que a placa Lamb estreou. Doada, diga-se de passagem. Depois, a invenção se espalhou pelos campos do mundo. De 1998 para cá, contando com a Copa da África do Sul, será o quarto Mundial da invenção. “Hoje, Fifa (Federação Internacional de Futebol), Confederação Sul-Americana e várias federações estaduais são meus clientes”, conta.
A Eletrônica Lamb foi criada na esteira do lançamento das placas eletrônicas, como forma de reforçar a marca. A loja fica na rua Pedro Pereira, 490, no Centro. A parte externa da placa eletrônica é produzida com quatro componentes: poli carbono, polietileno e polipropileno, semelhantes a um isopor rígido, além de alumínio. Na parte interna, estão uma bateria recarregável e os componentes eletrônicos que ativam 780 leds (lâmpadas de alta intensidade). Acesos, formam os números do jogador que sairá de campo e do reserva que entrará. A placa também é usada para informar ao público e às equipes quantos minutos serão dados de acréscimos.
Como Funciona a Placa Eletrônica de Substituição
Placa portátil luminosa de dupla face para uso na substituição de jogadores é uma placa sinalizadora eletrônica portátil que contém uma pluralidade de leds distribuídos em um display de sorte a formarem números quando ligadas, o que se faz por meio de chaves rotativas que permitem a alteração dos números que se quer apresentar. O painel é feito de poliestireno e é dotado de baterias recarregáveis. Substitui com praticidade o conjunto de placas utilizadas na indicação de entrada ou saída de jogadores por se constituir em um só, apresentando assim grande vantagem quanto ao manuseio, facilidade para ser transportada e proporciona um maior alcance na sua visualização. Equipamento aprovado pelo presidente da Comissão de Árbitros da CBF (Dr. Armando Marques) e pela Federação Paulista de Futebol.
Da Patente ao Reconhecimento Internacional
O sistema foi apresentado à Federação Cearense de Futebol em outubro de 1996, dois anos antes dos painéis luminosos fazerem sucesso na Copa da França. Projeto elaborado e patenteado no Brasil em Fevereiro de 1997 por CARLOS EDUARDO LAMBOGLIA, patrocinado pela TV RÁDIO PEÇAS COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA. inaugurado em Junho de 1997 pela Federação Cearense de Futebol nos Estádios Castelão e Presidente Vargas. O inventor de Fortaleza Eduardo Lamboglia, criou uma empresa a Lamboglia Comércio e Indústria de Equipamentos Eletrônicos para comercialização do produto.
Em 1996 o Empresário cearense Eduardo Lamboglia, depois do sucesso de sua invenção dos Luminosos utilizado na substituição de jogadores no Futebol, patenteou o seu invento e fundou sua outra Empresa (Lamboglia Com. Ind. de Equipamentos Eletrônicos Ltda.) com Marca Registrada Lamb na fabricação de Luminosos Esportivos e comercialização de produtos e projetos de Áudio, Vídeo, Informática, Radiocomunicação e Sonorização Ambiente.
Fonte: http://www.lamb.com.br
acesso em janeiro de 2002
Agradeço a revisão feita pelo inventor Eduardo Lamboglia ([email protected]) em março de 2003.
3-Professor Pardal da bola Roberto Leite [email protected] Fev. 2010 – 01h24min
Quem inventou a placa eletrônica usada nas substituições do futebol?
O empresário cearense Eduardo Lamboglia patenteou a placa eletrônica de substituição em 1996. A invenção estreou oficialmente em Copas do Mundo na Copa da França em 1998, no jogo de abertura entre Brasil e Escócia. Desde então, a Placa Lamb foi adotada pela Fifa, Confederação Sul-Americana e diversas federações estaduais.
O que havia antes da placa eletrônica nas substituições de futebol?
Antes da invenção de Lamboglia, as substituições eram indicadas com plaquetas antigas, geralmente de madeira, que eram difíceis de visualizar e manusear em campo. O árbitro e os jogadores tinham dificuldade em identificar claramente os números dos jogadores envolvidos na troca, especialmente em estádios grandes.
Como funciona tecnicamente a placa eletrônica de substituição?
A placa Lamb é composta por poli carbono, polietileno, polipropileno e alumínio. Internamente, contém uma bateria recarregável e componentes eletrônicos que ativam 780 LEDs de alta intensidade. As chaves rotativas permitem alterar os números exibidos — indicando o jogador que sai e o que entra — com visibilidade em grandes distâncias.
